TOXÓIDE DIFTÉRICO





AVISO SOBRE O ÍNDICE:Esta página fornece informações para esclarecer algumas questões básicas sobre esse ingrediente ativo, medicina, patologia, substâncias ou produtos. Não é exaustivae, portanto, não expõe todas as informações disponíveis não substitui a informação que pode fornecer seu médico.Como a maioria dos medicamentos têm riscos e benefícios. Quaisquer questões adicionais sobre este ou outros medicamentos deve conversando com o seu médico que serve. – Para consultar a literatura clic aquí

TOXÓIDE DIFTÉRICO Ações terapêuticas.

Imunogênico. Vacina antidiftérica.

 

TOXÓIDE DIFTÉRICO Propriedades.

É a exotoxina das cepas tóxicas do Corinebacterium diphtheriae, detoxificada por algum método adequado (por exemplo: tratamento com formaldeído) que não elimine sua capacidade de induzir a formação de anticorpos protetores contra a toxina diftérica nativa. A vacinação antidiftérica completa com o toxóide diftérico protege durante 10 anos. A proteção inclui a eliminação do risco de doença ou a diminuição de sua severidade, porém não afeta o fato de portar o microrganismo produtor da exotoxina na pele ou na faringe. Em geral se usa combinada com o toxóide tetânico (vacina dupla) e com o toxóide tetânico e a bactéria Bordetella pertussis inativa (vacina tríplice).

 

TOXÓIDE DIFTÉRICO Indicações.

Imunização ativa preventiva contra a intoxicação diftérica.

 

TOXÓIDE DIFTÉRICO Posologia.

Administra-se exclusivamente por via IM. Crianças menores de 1 ano: três doses de 12,5 unidades Lf de toxóide diftérico, com um período de 4 a 8 semanas entre as doses, seguidas por uma quarta dose de reforço 6 a 12 meses após a terceira dose. Crianças de 1 a 7 anos: duas doses de 12,5 unidades Lf de toxóide diftérico, com um período de 4 a 8 semanas entre as doses, seguidas por uma quarta dose de reforço 6 a 12 meses após a terceira dose. Crianças maiores de 7 anos: duas doses de 2 unidades Lf de toxóide diftérico com um período de 4 a 8 semanas entre as doses, seguidas por uma quarta dose de reforço 6 a 12 meses após a terceira dose. Uma interrupção ou retardo na administração das doses não provoca alterações no resultado da imunização final, por isso não é necessário reiniciar a série nesses casos.A administração de uma dose de manutenção de 2 unidades Lf de toxóide diftérico cada 10 anos, após completada uma série, assegura a imunidade sem necessidade de reiniciar a série. Nota: em todos os casos administra-se a vacina dupla com a qual obtém-se proteção contra tétano e intoxicação diftérica de forma simultânea.

 

TOXÓIDE DIFTÉRICO Superdosagem.

A aplicação muito freqüente pode causar transtornos de hipersensibilidade muito severos.

 

TOXÓIDE DIFTÉRICO Reações adversas.

Manifestações locais como eritema, induração, nódulos. Reações sistêmicas: tonturas, vômitos, anorexia, choro persistente, febre, calafrios, mialgia e dor de cabeça. Reações de hipersensibilidade do tipo Arthus podem apresentar-se em pessoas com um título muito elevado de anticorpos antitoxina obtido por imunizações repetidas e freqüentes com o toxóide. Em alguns casos observaram-se complicações neurológicas, como convulsões, encefalopatias, mononeuropatias e polineuropatias, incluindo a síndrome de Guillan-Barré. Também urticária, erupções, artralgias e anafilaxia severa.

 

TOXÓIDE DIFTÉRICO Precauções.

Os adultos devem receber a formulação que possua menor quantidade de toxóide diftérico, para evitar reações de hipersensibilidade do tipo Arthus. Não se deve proceder à vacinação reiterada (reinício da série ou reforço com maior freqüência do que uma vez a cada 10 anos) com toxóide diftérico ou suas associações, devido ao risco de reações de hipersensibilidade. Em caso de dúvida é preferível administrar a antitoxina antidiftérica. Não administrar em pacientes trombocitopênicos ou afetados por outras desordens da coagulação. Os indivíduos com alterações na resposta imunitária (tratamento com corticóides, pacientes com Aids) podem não responder de maneira adequada. As doses a serem administradas em uma mulher grávida ou em idade de engravidar não devem ser superiores a 2 unidades Lf de toxóide diftérico.

 

TOXÓIDE DIFTÉRICO Interações.

Imunossupressores; interferem no desenvolvimento de anticorpos.

 

TOXÓIDE DIFTÉRICO Contraindicações.

Pessoas que mantenham atualizada sua vacinação inicial e reforços. Hipersensibilidade evidenciada previamente ao toxóide diftérico ou ao timerosal (conservante). Doenças febris (retardar a imunização até a cura).



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