ESPIRONOLACTONA





AVISO SOBRE O ÍNDICE:Esta página fornece informações para esclarecer algumas questões básicas sobre esse ingrediente ativo, medicina, patologia, substâncias ou produtos. Não é exaustivae, portanto, não expõe todas as informações disponíveis não substitui a informação que pode fornecer seu médico.Como a maioria dos medicamentos têm riscos e benefícios. Quaisquer questões adicionais sobre este ou outros medicamentos deve conversando com o seu médico que serve. – Para consultar a literatura clic aquí

ESPIRONOLACTONA Ações terapêuticas.

Diurético, anti-hipertensivo, anti-hipopotassêmico.

ESPIRONOLACTONA Propriedades.

Ambos os efeitos, diurético e anti-hipertensivo, ocorrem pela ação de bloqueio do intercâmbio de sódio por potássio no túbulo distal renal, o que provoca um aumento na secreção de água e sódio e a retenção de potássio. A espironolactona é um inibidor competitivo da aldosterona. É bem absorvida por via oral, com uma biodisponibilidade maior que 90%. Sua união às proteínas é muito alta (90%). Metaboliza-se rapidamente no fígado em canrenona (metabólito ativo eliminado por via renal).

ESPIRONOLACTONA Indicações.

Estados edematosos (insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática e síndrome nefrótica). Coadjuvante no tratamento da hipertensão. Diagnóstico e tratamento a curto e longo prazo do hiperaldosteronismo primário. Prevenção e tratamento da hipopotassemia.

ESPIRONOLACTONA Posologia.

Adultos – Antiedematoso: 25 a 200mg ao dia em 2 a 4 ingestões durante pelo menos 5 dias; dose de manutenção: 75 a 400mg/dia em 2 a 4 ingestões. Anti-hipertensivo: 50 a 100mg em dose única diária em 2 a 4 ingestões durante 2 semanas; manutenção: ajustar a dose segundo as necessidades individuais de cada paciente. Hiperaldosteronismo primário: 100 a 400mg por dia divididos em 2 a 4 ingestões antes da operação. Agente de diagnóstico: teste longo: 400mg por dia em 2 a 4 ingestões durante 3 a 4 semanas; teste curto: 400mg/dia divididos em 2 a 4 ingestões diárias durante 4 dias. Dose máxima: 400mg/dia. Dose pediátrica – 1 a 3mg/kg/dia como dose única ou dividido em 2 a 4 ingestões, reajustando a dose após 5 dias.

ESPIRONOLACTONA Reações adversas.

Podem aparecer sinais de hiperpotassemia (arritmias cardíacas), náuseas, vômitos, diarréia e, com menor freqüência, ginecomastia (após vários meses de tratamento); torpor, tonturas, falta de energia, cefaléias. Em raras ocasiões: erupção cutânea ou prurido (reação alérgica).

ESPIRONOLACTONA Precauções.

Evitar a ingestão excessiva de alimentos ricos em potássio, o uso de substitutos do sal e outros suplementos de potássio. Nos idosos pode haver maior risco de desenvolver hiperpotassemia. Doses maiores que 100mg/dia podem produzir efeitos endócrinos ou antiandrogênicos.

ESPIRONOLACTONA Interações.

O uso simultâneo de cloreto de amônia pode produzir acidose sistêmica. O uso de corticóides, ACTH e mineralocorticóides pode diminuir os efeitos natriuréticos e diuréticos e reverter o efeito retentor de potássio. Pode diminuir o efeito anti-hipertensivo ao associar estrogênios, AINE ou drogas simpaticomiméticas. A dopamina pode aumentar o efeito diurético. O uso crônico ou excessivo de laxantes pode reduzir as concentrações séricas de potássio e interferir no efeito retentor de potássio.

ESPIRONOLACTONA Contraindicações.

Hiperpotassemia. A relação risco-benefício deverá ser avaliada na presença de anúria ou disfunção renal, diabetes mellitus, nefropatia diabética, disfunção hepática, hiponatremia, distúrbios menstruais, ginecomastia.



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