DIATRIZÓICO, ÁCIDO





AVISO SOBRE O ÍNDICE:Esta página fornece informações para esclarecer algumas questões básicas sobre esse ingrediente ativo, medicina, patologia, substâncias ou produtos. Não é exaustivae, portanto, não expõe todas as informações disponíveis não substitui a informação que pode fornecer seu médico.Como a maioria dos medicamentos têm riscos e benefícios. Quaisquer questões adicionais sobre este ou outros medicamentos deve conversando com o seu médico que serve. – Para consultar a literatura clic aquí

DIATRIZÓICO, ÁCIDO Ações terapêuticas.

Contraste radiológico.

DIATRIZÓICO, ÁCIDO Propriedades.

O ácido diatrizóico apresenta-se como sal de sódio ou de meglumina. É uma molécula organo-iodada que pode resistir à esterilização por autoclave. Em pH fisiológico a molécula solúvel é um ânion amidotrizoato. Após a injeção intravenosa, o equilíbrio com o compartimento extracelular consegue-se em 10 minutos. A farmacocinética do ácido diatrizóico corresponde a um sistema de dois compartimentos com uma fase alfa de distribuição rápida (meia-vida alfa = 30min) e uma fase de eliminação beta lenta (meia-vida beta = 120min). Em pacientes com alterações da função renal, a meia-vida da fase beta pode ser prolongada vários dias. Excreta-se sem sofrer metabolização pela urina, por filtração glomerular, acompanhado por uma diurese osmótica que é menor com o sal sódico do ácido diatrizóico do que com o sal de meglumina.A rota alternativa de excreção do ácido diatrizóico é a bile, que pode tornar-se significativa em pacientes com deterioração da função renal; da mesma forma, nesses pacientes, pode ser detectado iodo livre proveniente da desioduração do ácido diatrizóico na saliva. Ligação a proteínas plasmáticas: 0% a 10%. O ácido diatrizóico atravessa a barreira placentária e é excretado sem alterações pelo leite.

DIATRIZÓICO, ÁCIDO Indicações.

Estudos radiológicos que requerem meio de contraste. Urografia de dose elevada, média e baixa. Aumento do contraste das tomografias computadorizadas de cabeça. Investigação de neoplasias. Angiografia.

DIATRIZÓICO, ÁCIDO Posologia.

Urografia: 2ml de solução de diatrizoato de sódio a 25% (equivalente a 150mg de iodo por mililitro), por 450g de peso corporal, via intravascular (dose média em adultos: 300ml). Outros usos: quantidades variáveis de ácido diatrizóico (em forma de amidotrizoato de meglumina).

DIATRIZÓICO, ÁCIDO Superdosagem.

Doses de ácido diatrizóico que contenham quantidades superiores a 45g de iodo produzem efeitos indesejáveis. Doses de 80 a 90g de iodo administradas em um período de 30 minutos produzem sinais de intolerância sistêmica, como tremores, irritabilidade e taquicardia; com doses maiores espera-se o aparecimento de dispnéia e edema pulmonar.

DIATRIZÓICO, ÁCIDO Reações adversas.

Vasodilatação (49%), náuseas, vômitos, parestesias, tonturas, rinites. Em algumas ocasiões ocorreram algumas reações muito severas e até fatais.

DIATRIZÓICO, ÁCIDO Precauções.

Evitar o contato prolongado com sangue na seringa para evitar a coagulação ou os fenômenos tromboembólicos após a administração. Utilizar seringas plásticas, de preferência. Não usar em pacientes com suspeita de mieloma múltiplo. O ácido diatrizóico pode promover a conversão dos glóbulos vermelhos em células falciformes em pacientes com anemia falciforme. Administrar com extremo cuidado em pacientes com suspeita de feocromocitoma, hipertireoidismo (risco de tormenta tireóidea), hemorragia subaracnóidea e em pacientes com alteração da função renal e hepática. Verificar a sensibilidade ao iodo e a história de reações alérgicas aos meios de contraste. Em casos duvidosos nos quais a aplicação do meio de contraste seja vital, pré-medicar com anti-histamínicos e corticóides para diminuir a gravidade das possíveis reações alérgicas.Em pacientes com prova de sensibilidade negativa a possibilidade de uma reação anafilática perigosa deve ser levada em consideração, portanto se deve dispor de medidas rápidas de suporte para emergências. Após o urograma excretor observou-se a falha renal aguda em pacientes com nefropatia diabética e em idosos com doença renal preexistente. Por não existirem provas conclusivas, recomenda-se não administrar em gestantes ou durante a amamentação a menos que o benefício supere o risco potencial. As crianças devem estar plenamente hidratadas antes de serem submetidas ao estudo com ácido diatrizóico.

DIATRIZÓICO, ÁCIDO Interações.

A administração de ácido diatrizóico antes ou depois de agentes colecistográficos orais provoca toxicidade renal. A difenidramina não deve ser misturada na mesma seringa, como também não devem ser misturadas a bronfeniramina e a papaverina.



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