TROXERRUTINA





AVISO SOBRE O ÍNDICE:Esta página fornece informações para esclarecer algumas questões básicas sobre esse ingrediente ativo, medicina, patologia, substâncias ou produtos. Não é exaustivae, portanto, não expõe todas as informações disponíveis não substitui a informação que pode fornecer seu médico.Como a maioria dos medicamentos têm riscos e benefícios. Quaisquer questões adicionais sobre este ou outros medicamentos deve conversando com o seu médico que serve. – Para consultar a literatura clic aquí

TROXERRUTINA Ações terapêuticas.

Flebotônico.

 

TROXERRUTINA Propriedades.

A troxerrutina (ou triidroxietilrutosídio) é um bioflavonóide natural extraído originalmente da Aesculum hippocastanum (castanha silvestre ou castanha das Índias), que hoje em dia é obtido por síntese. Possui ação flebotônica e capilar-protetora. Seu carácter "tri" rutosídeo é derivado à presença de três princípios ativos: escina, esculina e flavonóides (rutina e hesperidina); cada um destes desenvolve efeitos farmacológicos diferentes. A escina é uma saponina com atividade antiexsudativa-antiedematosa; a esculina é fibrinolítica e antitrombótica por ser um glicosídeo oxicumarínico, e o complexo rutina-hesperidina é flebotônico e capilar-protetor. Os rutosídeos foram empregados inicialmente como extrato total da castanha da Índia, porém hoje em dia a rutina e seus derivados são os mais utilizados na prática, seja por via oral ou em sua forma tópica (gel); o mesmo que a diosmina, outra rutina semi-sintética. Entre as ações farmacológicas destes bioflavonóides figura o aumento do tônus venoso e a redução da hiperpermeabilidade vascular, além de um efeito hemodinâmico capilar.

 

TROXERRUTINA Indicações.

Insuficiência venosa crônica, flebopatias crônicas, varizes internas ou externas, varizes da gravidez, varículas, úlcera varicosa, feblite varicosa ("periflebite"). Hemorróidas, fragilidade capilar, retinopatia diabética, linfoedema, dermatite varicosa, cãibras dos membros inferiores, e como coadjuvante do tratamento cirúrgico ou esclerosante na síndrome pós-trombótica.

 

TROXERRUTINA Posologia.

Estes derivados fitoterápicos possuem um amplo espectro posológico devido à ausência de toxicidade sistêmica. A dose de orientação oscila entre 600 e 2.000mg por dia, em 2 doses. Em pacientes com flebopatias graves ou complicadas, a dose pode ser de 3 a 4g por dia. Em retinopatias (hipertensiva, diabética, esclerosa) devem ser empregadas doses mais altas: 2 a 4g por dia, fracionados em 2 doses com as refeições principais. A troxerrutina também é usada em forma tópica a 2%, na forma farmacêutica de gel, para aplicação local 2 a 4 vezes ao dia sobre a zona afetada, friccionando levemente até sua completa absorção cutânea.

 

TROXERRUTINA Reações adversas.

São somente ocasionais, leves e transitórias, consistindo de náuseas, rubor, cefaléia e, na forma tópica, erupções cutâneas.

 

TROXERRUTINA Precauções.

Embora nehuma anormalidade tenha sido observada nos estudos teratogênicos nem nas experiências de seu uso em seres humanos, recomenda-se evitar o seu uso nos três primeiros meses de gravidez.

 

TROXERRUTINA Interações.

Não há informações até esta data.

 

TROXERRUTINA Contraindicações.

Hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo.



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