DICLOFENACO





AVISO SOBRE O ÍNDICE:Esta página fornece informações para esclarecer algumas questões básicas sobre esse ingrediente ativo, medicina, patologia, substâncias ou produtos. Não é exaustivae, portanto, não expõe todas as informações disponíveis não substitui a informação que pode fornecer seu médico.Como a maioria dos medicamentos têm riscos e benefícios. Quaisquer questões adicionais sobre este ou outros medicamentos deve conversando com o seu médico que serve. – Para consultar a literatura clic aquí-

DICLOFENACO Ações terapêuticas.

Analgésico e antiinflamatório.

DICLOFENACO Propriedades.

Atua inibindo a síntese de prostaglandinas; estas desempenham importante ação no que se refere à aparição de inflamação, dor e febre, à hialuronidase produzida por microrganismos e à agregação plaquetária. É absorvido rapidamente e, após a ingestão de 50mg, as concentrações plasmáticas alcançam o valor máximo de 3,9mmol/l dentro de 20 a 60 minutos. A metade da dose administrada é metabolizada no fígado; liga-se em cerca de 99% às proteínas séricas (albumina).

DICLOFENACO Indicações.

Em tratamentos curtos, para as seguintes afecções agudas: processos inflamatórios pós-traumáticos, reumatismo extra-articular, infecções dolorosas e inflamatórias de garganta, nariz e ouvido (p.ex.: faringoamigdalite). Processos dolorosos ou inflamatórios em ginecologia, anexite, dismenorréia primária. Estados dolorosos pós-operatórios.

DICLOFENACO Posologia.

Adultos: a dose diária inicial é de 100mg a 150mg, em geral distribuídos em duas ou três tomadas. Na dismenorréia primária, a dose diária pode ser de 50mg a 150mg, conforme o caso. A dose inicial deve ser fixada entre 50mg e 100mg, podendo aumentar-se, se necessário, ao longo de vários ciclos menstruais, até alcançar a dose máxima diária de 200mg. Injetável: 75mg, uma vez ao dia. Nos casos mais graves poderão ser feitas 2 injeções diárias. O tratamento com o injetável não deverá ser prolongado por mais que dois dias. Uma vez solucionada a crise aguda, o tratamento deverá ser continuado com base em comprimidos ou supositórios.

DICLOFENACO Superdosagem.

Os casos de superdose com diclofenaco apresentam-se como casos isolados. Os sintomas podem em geral envolver distúrbios do Sistema Nervoso Central (vertigens, cefaléia, hiperventilação, alterações do nível de consciência e, em crianças, podem manifestar-se cãibras mioclônicas), do trato gastrintestinal (náuseas, vômitos, dores abdominais, sangramentos), bem como comprometimento das funções hepática renal. Não há antídoto específico. As medidas terapêuticas em caso de superdose são as seguintes: lavagem gástrica e tratamento com carvão ativo, o mais prontamente possível, para evitar absorção. O tratamento sintomático e de suporte deverá ser instituído caso ocorram complicações como hipotonia, insuficiência renal, cãibras, irritação gastrintestinal e depressão respiratória. Medidas específicas como diurese forçada, diálise ou hemoperfusão provavelmente não são úteis para apressar a eliminação de agentes antiinflamatórios não-esteroidais, em razão de sua alta porcentagem de ligação com proteínas e o seu extensivo metabolismo.


 

 

DICLOFENACO Reações adversas.

Gastrintestinais: dores epigástricas, náuseas, vômitos, diarréia. Raramente, hemorragias, úlcera péptica. Em casos isolados: transtornos hipogástricos (colite hemorrágica inespecífica e exacerbação de colite ulcerativa). Sistema Nervoso Central: cefaléias, enjôos, vertigens. Em raras ocasiões, sonolência, e em casos isolados, distúrbios visuais. Dermatológicos: rash ou erupção cutânea. Hematológicos: em casos isolados: trombocitopenia, leucopenia, agranulocitose, anemia hemolítica, anemia aplástica. Renais: raramente insuficiência renal aguda, alterações urinárias, síndrome nefrótica. Reações de hipersensibilidade (broncospasmos, reações sistêmicas anafiláticas, inclusive hipotensão).Raras vezes hepatite com ou sem manifestação de icterícia.

DICLOFENACO Precauções.

Os pacientes com transtornos gastrintestinais ou com antecedentes de úlcera péptica, enfermidade de Crohn ou com distúrbios hematopoiéticos, como afecções hepáticas, cardíacas ou renais graves, deverão ser mantidos sob estrita vigilância médica. Em pacientes submetidos a tratamento prolongado deverão realizar-se exames hematológicos periódicos e controlar as funções hepática e renal. Especial precaução em pacientes com idade avançada, diminuindo-se a dose em idosos debilitados ou de baixo peso e naqueles que estejam sob tratamento com diuréticos. Não se recomenda sua prescrição durante o período de gestação. Em particular, não administrar no terceiro trimestre da gravidez (pela possível inibição das contrações uterinas e fechamento precoce do ducto arterioso).

DICLOFENACO Interações.

Se administrado simultaneamente com preparações contendo lítio ou digoxina, o diclofenaco pode aumentar o nível plasmático daqueles fármacos. Pode também inibir o efeito dos diuréticos. Há relatos de que o risco de hemorragias aumenta durante o uso combinado de diclofenaco com anticoagulantes. Pode causar aumento da concentração sanguínea do metotrexato e aumentar sua toxicidade. A nefrotoxicidade da ciclosporina pode estar exacerbada em função dos efeitos antiinflamatórios não-esteroidais do diclofenaco sobre as prostaglandinas renais.

DICLOFENACO Contraindicações.

Úlcera gastroduodenal. Hipersensibilidade ao diclofenaco. Do mesmo modo que com outros antiinflamatórios não-esteroidais, o diclofenaco está contra-indicado para pacientes nos quais o ácido acetilsalicílico e outros agentes inibidores da prostaglandina sintetase desencadeiem crises de asma, urticária ou rinite aguda.



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