La Importancia de Estudiar

En la actualidad los procesos para acceder a ejercer actividades laborales se han visto sometidos a grandes cambios, donde se hace necesario responder a actividades que requieren de nuevas capacidades de parte de quienes quieren ejercer distintos trabajos por ejemplo, hoy en día vemos como los requisitos para obtener un buen trabajo y por ende un buen salario es tener un compendio de estudios ya establecidos, bien pueden ser un diplomado, una especialización o una maestría. maestrias en colombia

No basta con solamente obtener un titulo de pregrado y mucho menos con un titulo de bachiller los tiempos han cambiado y los requisitos también. Pero esto no es preocupación para las personas que deseen seguir estudiando después de obtener un titulo de pregrado, para estar personas existen muchísimas posibilidades de estudiar, se ha creado la posibilidad de becas, créditos estudiantiles y demás opciones para que no se queden estancados, porque es muy común ver como en el país los profesionales sin títulos de posgrado son menos buscados que los que ya tienen un posgrado es por eso que es importante buscar Maestrías en Colombia que llenen las expectativas del mercado actual.

Una maestría es muy importante para la carrera profesional de cada quien, ya que complementa específicamente cada carrera estudiantil en su máximo potencial bien sea si estudias una ingeniería, una licenciatura o una carrera a fin como Administración de empresas o Derecho. La educación se convierte en un proceso extremadamente largo, que se inicia en una escuela y si se desea puede no tener fin, ya que cada día se presenta la necesidad de nuevas personas que suplan alguna actividad para mejorar la calidad de vida del ser humano en la tierra y por lo tanto se deberá estar en contacto con los procesos educativos para estar capacitado para resolver a los diferentes problemas que se puedan presentar ya sea en una oficina, laboratorio, en la vida social etc.

SULFAMETIZOL + FENAZOPIRIDINA

AVISO SOBRE O ÍNDICE:Esta página fornece informações para esclarecer algumas questões básicas sobre esse ingrediente ativo, medicina, patologia, substâncias ou produtos. Não é exaustivae, portanto, não expõe todas as informações disponíveis não substitui a informação que pode fornecer seu médico.Como a maioria dos medicamentos têm riscos e benefícios. Quaisquer questões adicionais sobre este ou outros medicamentos deve conversando com o seu médico que serve. – Para consultar a literatura clic aquí-

SULFAMETIZOL + FENAZOPIRIDINA Ações terapêuticas.

Bacteriostático, analgésico urinário.

 

SULFAMETIZOL + FENAZOPIRIDINA Propriedades.

A fenazopiridina é um corante azólico com atividade analgésica no trato urinário inferior, cujo uso a curto prazo proporciona alívio da dor, do ardor e da urgência e/ou freqüência urinárias provocadas pela irritação dessa mucosa. O sulfametizol é um agente antiinfeccioso bacteriostático de amplo espectro, derivado do ácido paraminobenzóico (PABA), atua inibindo competitivamente a enzima bacteriana diidropteroato sintetase, que é responsável pela incorporação do PABA no ácido diidrofólico, precursor imediato do ácido fólico, nutriente essencial para o crescimento bacteriano. O sulfametizol apresenta elevada união a proteínas plasmáticas (cerca de 90%).Parte do fármaco é metabolizado no fígado, porém cerca de 95% do sulfametizol é eliminado na urina. Sua biotransformação é hepática e sua eliminação ocorre por via renal tanto como fármaco intacto como na forma de metabólitos.

 

SULFAMETIZOL + FENAZOPIRIDINA Indicações.

Infecções do trato urinário causadas por cepas suscetíveis de Escherichia coli, Klebsiella sp, Enterobacter sp, Proteus mirabilis, Proteus vulgaris e Staphylococcus aureus, quando o alívio dos sintomas de dor, queimação ou urgência seja necessário já durante os primeiros dias de terapia.

 

SULFAMETIZOL + FENAZOPIRIDINA Posologia.

Adultos: via oral, 1.000mg de sulfametizol + 200mg de fenazopiridina 3 ou 4 vezes ao dia durante os dois primeiros dias de tratamento, acompanhados de líquidos em abundância. O tratamento com esta associação de fármacos não deverá ultrapassar os dois primeiros dias, quando então o tratamento deverá ser continuado apenas com o sulfametizol.

 

SULFAMETIZOL + FENAZOPIRIDINA Superdosagem.

O principal sintoma observado é a produção de metemoglobinemia. Neste caso, deve-se administrar azul de metileno 1mg/kg a 2mg/kg de peso, por via intravenosa, ou 100mg a 200mg de ácido ascórbico, por via oral.

 

SULFAMETIZOL + FENAZOPIRIDINA Reações adversas.

As principais reações adeversas compreendem alterações hematológicas (agranulocitose, anemia aplástica, trombocitopenia, leucopenia, anemia hemolítica, púrpura, hipoprotrombinemia e metemoglobinemia), eritema multiforme (síndrome de Stevens-Johnson), erupções generalizadas da pele, necrólise epidérmica, urticária, doença do soro, prurido, dermatite esfoliativa, reações do tipo anafilático, edema periorbital, fotossensibilização, artralgias, miocardite alérgica, náuseas, vômitos, dores abdominais, hepatite, diarréia, anorexia, pancreatite, estomatites, cefaléia, neurite periférica, depressão, convulsões, ataxia, alucinações, tinitos, vertigens, insônia, febre, periarterite nodosa, calafrios, nefrose tóxica com oligúria e anúria.

 

SULFAMETIZOL + FENAZOPIRIDINA Precauções.

Deve-se evitar seu uso por mais de dois dias e para o tratamento de infecções causadas por estreptococos do grupo A ou suas seqüelas. Recomenda-se informar aos pacientes que o uso de fenazopiridina causa intensa coloração alaranjada ou avermelhada da urina (pseudohematúria). Estudos em animais sobre os possíveis efeitos carcinogênicos destes fármacos administrados separadamente demonstraram que o sulfametizol causa malignidade tireóidea em ratos após terapias de longa duração. Por outro lado, a fenazopiridina foi capaz de induzir neoplasias no intestino grosso de ratos e no fígado de camundongos. Não se recomenda o uso desta associação em mulheres grávidas, já que há relação entre sulfonamidas e aumento da incidência de fendas palatinas e outras anomalias ósseas na descendência de ratos e camundongos submetidos a terapias de curta, média e longa duração.É aconselhável evitar a administração em mulheres durante o período de amamentação dado que o sulfametizol é eliminado no leite e pode causar kernicterus no recém-nascido. Recomenda-se administrar com precaução em pacientes idosos, pois nesta faixa etária há maior risco de desenvolvimento de efeitos adversos severos (reações severas da pele, depressão generalizada da medula óssea e diminuição da contagem de plaquetas). A leucopenia e a plaquetopenia generalizada da medula óssea e dimunuição da contagem de plaquetas). A leucopenia e a plaquetopenia generalizadas pelo sulfametizol acarretam interferência com processo de cura e aumentam o sangramento e a incidência de infecções microbianas da gengiva. Assim, deve-se alertar aos pacientes para uma maior atenção com a higiene bucal e evitar procedimentos odontológicos durante o tratamento com estes fármacos.

 

SULFAMETIZOL + FENAZOPIRIDINA Interações.

A associação sulfametizol + fenazopiridina não deve ser administrada conjuntamente com anticoagulantes, cumarina ou derivados da indadiona, anticonvulsivantes, fármacos hipoglicemiantes orais, metenamina, metotrexato, fenilbutazona, sulfinpirazona, penicilina. A administração simultânea com fármacos depressores da medula óssea pode exacerbar os efeitos leucopênicos e trombocitopênicos destes últimos. O uso conjunto com anovulatórios orais contendo estrógenos pode aumentar a incidência da interrupção do ciclo menstrual, sangramentos e risco de gravidez. A associação de sulfametizol com fenazopiridina pode aumentar o metabolismo da ciclosporina, diminuindo suas concentrações plasmáticas e sua atividade farmacológica.O sulfametizol diminui a depuração da difenil-hidantoína, causando aumento de sua concentração plasmática e da incidência do aparecimento de efeitos tóxicos.

 

SULFAMETIZOL + FENAZOPIRIDINA Contraindicações.

O sulfametizol é contra-indicado em pacientes hipersensíveis às sulfamidas em geral, em lactentes com idade inferior a 2 meses, durante o último trimestre da gravidez e no período de amamentação. A fenazopiridina é contra-indicada para pacientes com insuficiência renal ou hepática, glomerulonefrite e pielonefrite, durante a gravidez com distúrbios gastrintestinais. É necessário ponderar o balanço risco/benefício para pacientes que apresentam discrasias sanguíneas, anemia megalobástica devido a deficiência de folato, deficiência em glicose-6-fosfato-desidrogenase (G6PD) e comprometimento das funções hepática e renal.

POTÁSSIO, IODETO

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POTÁSSIO, IODETO Ações terapêuticas.

Anti-hipertireóideo, protetor da radiação.

 

POTÁSSIO, IODETO Propriedades.

O iodeto de potássio pertence ao grupo químico dos iodetos inorgânicos. Em pacientes hipertireoideanos o iodeto de potássio causa rápida remissão dos sintomas por inibição da liberação do hormônio tireóideo para a circulação. Atua sobre a glândula tireóide; reduz a vascularização, enrijece o tecido glandular, diminui o tamanho das células individuais e o reacúmulo de colóide nos folículos, e aumenta a fração de iodo ligado. Estas ações favorecem a tireoidectomia quando o fármaco é administrado previamente à cirurgia.

 

POTÁSSIO, IODETO Indicações.

Tratamento do hipertireoidismo. Protege a glândula tireóide das radiações (tanto de modo prévio como após) a administração de radioisótopos do iodo.

 

POTÁSSIO, IODETO Posologia.

Adultos: via oral; de 100mg a 150mg, 24 antes da administração ou da exposição a radiosótopos de iodo e uma vez por dia, durante 3 a 10 dias, depois disso. A dose máxima não deve ultrapassar 12g ao dia. Doses pediátricas: lactentes de até 1 ano: 65mg/dia durante 10 dias, depois da administração ou da exposição a radioisótopos de iodo; crianças com idade superior a 1 ano: 130mg uma vez ao dia durante 10 dias após a administração ou exposição a radioisótopos de iodo.

 

POTÁSSIO, IODETO Reações adversas.

Rash cutâneo (por hipersensibilidade), dilatação ou sensibilidade dolorosa anormal das glândulas salivares. São de incidência rara: melena, arritmias cardíacas, febre ou cansaço não-habitual. Com o uso prolongado podem ocorrer cefaléias, sialorréia, sabor metálico, gengivites, diarréia, náuseas ou vômitos.

 

POTÁSSIO, IODETO Precauções.

Recomenda-se ingerir após as refeições, ou com alimentos, ou com leite, de modo a minimizar a irritação gastrintestinal. Ter precaução em pacientes submetidos a uma dieta restrita em potássio. A administração durante a gravidez pode acarretar anormalidades da função tireoideana ou bócio no neonato. O uso durante o período de amamentação pode produzir rash cutâneo e supressão da tireóide no lactente.

 

 

POTÁSSIO, IODETO Interações.

O uso de fármacos antitireóide juntamente com o iodeto de potássio pode potencializar os efeitos hipotireoideanos e bociogênicos dos antitireoideanos ou do iodeto. A terapêutica concomitante de diuréticos poupadores de potássio pode aumentar os efeitos de potássio. O uso com enalapril pode produzir hiperpotassemia.

 

POTÁSSIO, IODETO Contraindicações.

Deverá ser realizada uma avaliação da relação risco/benefício em presença de hiperpotassemia, hipertireoidismo, miotonia congênita e disfunção renal.

MEBENDAZOL

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MEBENDAZOL Ações terapêuticas.

Anti-helmíntico.

 

MEBENDAZOL Propriedades.

Trata-se de um anti-helmíntico de amplo espectro (cestóides, nematódios, trematódeos) que pertence aos derivados benzimidazólicos, como o albendazol e o tiabendazol. Pelo seu mecanismo de ação antiparasitário inibe, de forma seletiva irreversível, a absorção de glicose, o que provoca a depleção dos depósitos de glicogênio nos microtúbulos das células tegumentárias e intestinais do parasita. Tudo isso gera imobilidade, paralisia motora e morte dos diferentes nematódios. Seu espectro envolve Ascaris lumbricoides, Enterobius vermicularis, Trichiuris trichiura, Ancylostoma duodenale e Necator americanus. É considerado terapia alternativa a doses altas em infecções por Toxocara, Trichinella spiralis volvulus e Equinococcus granulosus. Sua absorção é muito escassa no trato gastrintestinal, e, portanto, sua biodisponiblidade é baixa, além de sofrer uma intensa eliminação (80%) de primeiro passo hepático. O mebendazol aumenta sua absorção quando é administrado de forma concomitante com as refeições.Sua ligação com as proteínas plasmáticas é muito elevada (95%), sua meia-vida é de 1? a 5? horas que pode ser prolongada em pacientes com insuficiência hepatocelular. Sua eliminação é realizada parcialmente pelo fígado e finalmente pela urina, tanto como droga ativa como metabolizada.

 

MEBENDAZOL Indicações.

Infecção provocada por diferentes parasitas como Ascaris lumbricoides, Enterobius vermicularis (oxiúrios), Ancylostoma duodenale, Necator americanus, Trichiuris trichiura, hidatidose.

 

MEBENDAZOL Posologia.

Em ascaridíase e trichuríase, doses de 100mg (pela manhã) e 100mg (à tarde) durante 3 dias seguidos, tanto para adultos como crianças. Em oxiuríase, 100 a 200mg em 1 só dose; se não for alcançada a cura com esta dose inicial, deve-se repetir uma segunda série 15 dias após. Em triquinose, 200 a 400mg 3 vezes ao dia, durante 3 dias, e posteriormente 400 a 500mg 3 vezes ao dia, durante 10 dias. Em hidatidose requerem-se concentrações tissulares elevadas, por isso são reservadas para casos graves doses de 40 a 50mg/kg/dia, distribuídos a cada 6 horas durante 3 a 9 meses, com o objetivo de reduzir o tamanho do quisto antes da cirurgia.

 

MEBENDAZOL Reações adversas.

São escassas e de pouca intensidade, como epigastralgia, náuseas, erupção cutânea, prurido, febre, diarréia e vômitos. Em pacientes que recebem doses elevadas, pode provocar leucopenia com neutropenia reversível.

 

MEBENDAZOL Precauções.

Em pacientes diabéticos que recebem insulina ou hipoglicemiantes orais, pode potencializar o efeito hipoglicêmico, pois o mebendazol facilita a liberação de insulina.

 

MEBENDAZOL Contraindicações.

Gravidez, epilepsia, hipersensibilidade aos derivados benzimidazólicos.

FLUSPIRILENO

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FLUSPIRILENO Ações terapêuticas.

Neuroléptico.

 

FLUSPIRILENO Propriedades.

É um antipsicótico pertencente à família das difenilbutilpiperidinas, de estrutura similar às butirofenonas (haloperidol). Utiliza-se em geral por via parenteral (via intramuscular). A injeção é uma solução microcristalina que libera o fármaco solúvel muito lentamente; os níveis sangüíneos de fluspirileno fazem-se detectáveis 4 horas após a aplicação. Metaboliza-se com rapidez e seu principal metabólito (por N-desalquilação) é o ácido 4,4-bis(4-fluorofenil) butírico, que é excretado pela urina.

 

FLUSPIRILENO Indicações.

Ansiedade, insônia, abulia e transtornos psicossomáticos. Regime de manutenção de psicóticos.

 

FLUSPIRILENO Posologia.

Via intramuscular exclusiva. Tratamento de sintomas neuróticos e psicossomáticos: 1,5mg/semana, durante 2 meses e meio. No final desse período deve-se avaliar a necessidade de repetir o esquema. Manutenção de psicóticos: a dose semanal oscila entre 1 e 4mg para pacientes ambulatoriais e de 2 a 8mg para internados. Dose máxima: 20mg/semana. Seu acúmulo e seus efeitos de superdose podem ser manejados eliminando uma aplicação a cada 4 ou 5 doses semanais.

 

FLUSPIRILENO Superdosagem.

Síndrome parkinsoniana severa, coma. Tratamento: suporte sintomático.

 

FLUSPIRILENO Reações adversas.

Pode produzir sintomas extrapiramidais leves ou moderados dentro das primeiras 48 horas de cada administração. O resto dos efeitos adversos é similar aos das fenotiazinas: visão turva, movimentos de torção do corpo por efeitos parkinsonianos, extrapiramidais distônicos, hipotensão, constipação, tonturas, sonolência, secura de boca, congestão nasal; raramente discinesia tardia, micção difícil (por efeito antimuscarínico), erupção cutânea, transtornos do ciclo menstrual, hipersensibilidade à luz solar, galactorréia, náuseas, vômitos. Informou-se o aparecimento de indurações e necroses no local da injeção, talvez devido à precipitação de cristais do fármaco.

 

FLUSPIRILENO Precauções.

As medicações antipsicóticas elevam as concentrações de prolactina, que persistem durante a administração crônica. Em recém-nascidos cujas mães receberam fenotiazinas no final da gravidez foram descritos icterícia prolongada, hiporeflexia ou hiper-reflexia e efeitos extrapiramidais. Durante a lactância observa-se sonolência no lactente. Os pacientes geriátricos necessitam de uma dose inicial mais baixa, pois tendem a desenvolver concentrações plasmáticas mais elevadas, são mais propensos à hipotensão ortostática e mostram uma sensibilidade aumentada aos efeitos antimuscarínicos e sedativos das fenotiazinas. Também são mais propensos a desenvolver efeitos secundários extrapiramidais, como discinesia tardia e parkinsonismo. Em pacientes idosos sugere-se administrar a metade da dose habitual do adulto.Por seu efeito antimuscarínico pode diminuir e inibir o fluxo salivar e contribuir ao desenvolvimento de cáries, doença periodontal e candidíase oral. Os efeitos leucopênicos e trombocitopênicos das fenotiazinas podem aumentar a incidência de infecção microbiana, retardamento na cicatrização e hemorragia gengival.

 

FLUSPIRILENO Contraindicações.

Hipersensibilidade ao fluspirileno. Doença de Parkinson, depressão endógena, gravidez.

DIGITOXINA

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DIGITOXINA Ações terapêuticas.

Cardiotônico, antiarrítmico.

 

DIGITOXINA Propriedades.

É um glicosídeo digitálico obtido naturalmente da Digitalis purpurea e da Digitalis lanata. As principais ações terapêuticas dos glicosídeos digitálicos são: 1) aumento da força e velocidade da contração miocárdica (efeito inotrópico positivo); pela inibição da passagem dos íons de sódio e potássio através das membranas celulares miocárdicas devido à formação de complexos com a adenosina trifosfatase; como resultado, a entrada de cálcio é intensificada e ocorre um aumento da liberação de íons de cálcio livre nas células do miocárdio, que potencializam a atividade de suas fibras contrácteis; 2) decréscimo da velocidade da condução e aumento do período refratário do nódulo auriculoventricular por efeito indireto produzido pelo aumento do tônus parassimpático e diminuição do tônus simpático. Sua união às proteínas é muito alta (90%). Metaboliza-se no fígado; sua meia-vida é de 120 a 126 horas; o início da ação evidencia-se em 1 a 4 horas e seus metabólitos são excretados por via renal.

 

DIGITOXINA Indicações.

Insuficiência cardíaca crônica, insuficiência cardíaca em pacientes senis com ou sem sinais de insuficiência renal ou associada com taquicardia disrítmica. Fibrilação artrial.

 

 

DIGITOXINA Posologia.

Digitalização rápida: 0,6mg inicial, 0,4mg depois de 4 a 6 horas e 0,2mg depois de mais 4 a 6 horas, seguidos de uma dose diária de manutenção conforme a necessidade e tolerância do paciente. Digitalização lenta: 0,2mg 2 vezes ao dia durante 4 dias, depois de 1 dose de manutenção conforme a necessidade e tolerância. Dose máxima: até um total de 1,6mg durante 1 ou 2 dias.

 

DIGITOXINA Reações adversas.

São muito raras. Podem aparecer ginecomastia, reações cutâneas do tipo alérgico ou eosinofilia. A maior parte das reações adversas atribuíveis aos digitálicos são por superdosagem. Estes sintomas incluem: anorexia, náuseas, vômitos, diarréia, cefaléia, apatia, depressão e alterações visuais. Manifestações cardíacas como bradicardia e arritmias (contrações ventriculares prematuras). Essas arritmias de origem nodal ou auricular podem ser o primeiro sintoma de superdosagem em crianças.

 

DIGITOXINA Precauções.

Deve ser utilizado com a máxima precaução em casos de bloqueio completo de condução, síndrome de Adam-Stokes, síndrome de Wolff-Parkinson-White ou glomerulonefrite. Antes de prescrever um digitálico é necessário assegurar de que o paciente não tenha tomado um fármaco desse tipo nas 2 semanas anteriores. Se o tiver, iniciar o tratamento com doses menores. Deve-se observar que os sintomas de superdosagem são semelhantes a certos parâmetros clínicos nos quais os digitálicos são indicados. A ação da droga está condicionada aos níveis de potássio; a hipocalcemia potencializa a ação e, portanto, as manifestações de toxicidade dos digitálicos. Em caso de enfarte do miocárdio recente, insuficiência respiratória avançada ou hipercalcemia pode haver sensibilidade aumentada aos digitálicos. Os pacientes hipotireóideos são mais sensíveis que o normal a esta droga, devendo-se portanto, para a dose inicial, ter em mente o estado da função tireóidea. A insuficiência renal pode provocar acumulação do fármaco.

 

DIGITOXINA Interações.

Não deve ser empregado junto com preparados de cálcio por via IV. O pancurônio, a succinilcolina, a efedrina, epinefrina e outros agentes adrenérgicos como os alcalóides de rauwolfia potencializam a ação dos digitálicos. A administração conjunta deve ser realizada com precaução para evitar o risco de arritmias. A ação é aditiva com procainamida ou betabloqueadores. Deverá ser evitada a administração oral simultânea de digitálicos com resinas de intercâmbio iônico ou com antidiarréicos do tipo dos absorventes intestinais. Na administração junto com quinidina pode ocorrer um aumento dos níveis plasmáticos de digitoxina, sendo aconselhável, portanto, reduzir (no caso de tratamento combinado) em 50% a dose de manutenção de digoxina e, se possível, controlar os níveis plasmáticos. Os diuréticos tiazídicos, os corticosteróides e a anfotericina-B podem contribuir para a toxicidade digitálica.O uso concomitante de espironolactona não influencia somente a concentração sérica da digitoxina como também pode interferir no método analítico de valorização, devendo-se, neste caso, interpretar com cautela o resultado da determinação da digitoxina. Pode interferir no efeito anticoagulante da heparina, portanto é necessário o ajuste da dose quando administrado de forma simultânea.

 

DIGITOXINA Contraindicações.

Taquicardia ou fibrilação ventricular. Hipersensibilidade à droga, que não exclui o ensaio com outros glicosídeos digitálicos, sempre que a sensibilidade possa não ser cruzada. Bloqueio A-V completo e de segundo grau, parasinusal, bradicardia sinusal excessiva.

Posicionamiento WEB

Quien trabaja con paginas web o blogs en internet sabe lo difícil que es mantener un sitioposicionamiento web web en una buena posición, lograr que sea visitada y obtenga las ganancias esperadas desde el día en que el proyecto inicia, pero como es un camino difícil y muchas veces poco fructuoso, muchas veces solo se queda en deseos porque la pagina se estanca e inicia un retroceso de lo que se llevaba antes trabajado,  ahora hay un sitio clave para lograr el posicionamiento deseado, a través de posicionamiento web, recupere ese sitio web que no emerge y obtenga mejores resultados de la mano de quien se preocupa por su sitio web. Ahora el Diseño web o el acompañamiento para sus paginas puede estar en las manos correctas, es el momento de tomar la decisión y llevar a flote sus proyectos, solo a un click de distancia,  Diseño web lo que usted necesita.

Infertilidad Femenina

Existe la obligatoriedad de detectar anticuerpos anti-VIH en todas las muestras de sangre. La transmisión madre-hijo puede producirse durante el embarazo, a través de la placenta o en el momento del parto, por lo cual se aconseja a la mujer seropositiva que evite quedar embarazada.

Otras enfermedades del sistema reproductor

En los hombres son frecuentes las afecciones de la próstata, especialmente en los de avanzada edad. Agrandamiento de la próstata, que se presenta aproximadamente en un tercio de todos lo hombres por encima de los 60 años de edad. Consiste en que la próstata se agranda en dos o cuatro veces su tamaño normal. La causa de este agrandamiento es desconocida. También se presentan tumores que pueden ser benignos o malignos y que presionan la uretra, haciendo que la micción sea dolorosa y difícil.

Infertilidad o esterilidad

Se puede presentar tanto en el hombre como en la mujer. Consiste en la incapacidad de tener hijos. En el hombre se presenta por la ineptitud de los espermatozoides para fertilizar el óvulo. En la mujer, la infertilidad puede tener varias causas, como la incapacidad de retener el huevo en el útero o la no producción de óvulos viables.

Infertilidad femenina

Es la ineptitud para concebir que se presenta en el 10 por ciento de las mujeres casadas en los Estados Unidos. Una vez que se ha establecido que la ovulación se presenta regularmente, se examina el tracto reproductor para buscar desórdenes funcionales y anatómicos y determinar la posibilidad de unión del espermatozoide y el óvulo en la tuba uterina.

Quistes ováricos

Los quistes ováricos son tumores del ovario que contienen líquido. Los quistes foliculares pueden presentarse en ovarios de personas viejas, en los ovarios que tienen enfermedades inflamatorias y en mujeres en edad de menstruación. Tienen paredes delgadas y contienen un material seroalbuminoso. Los quistes también pueden originarse a partir del cuerpo amarillo o del endometrio. La endometritis es una enfermedad dolorosa, caracterizada por tejido endometrial o quistes de localización anormales, como las tubas uterinas, los ovarios, la vagina, el peritoneo o cualquier otro lugar del cuerpo fuera del útero.

Cáncer cervical

Es una enfermedad frecuente en el sistema reproductor femenino que se inicia con un cambio de las células cervicales. Su diagnóstico oportuno permite su tratamiento.

Enfermedades femeninas

Las enfermedades comunes del sistema reproductor femenino incluyen anormalidades menstruales, quistes ováricos, leucorrea, infertilidad, tumores de la mama y cáncer cervical.

Anormalidades de la menstruación

Con frecuencia, las enfermedades del sistema reproductor femenino incluyen desordenes menstruales. Esto es sorprendente porque la menstruación refleja no solamente la salud de útero sino además la de las glándulas que le controlan, es decir, los ovarios y la hipófisis La amenorrea es la ausencia de menstruación en la mujer. Si la mujer nunca ha menstruado a esta condición se le denomina amenorrea primaria.

La amenorrea primaria puede ser ocasionada por desórdenes endocrinos, más frecuentes en la hipófisis y en el hipotálamo o por desarrollo anormal de los ovarios, el útero o por causas genéticas. La amenorrea secundaria es una suspensión de la hemorragia uterina en una mujer que ha menstruado anteriormente; la primera causa es el embarazo, pero si se descarta éste, deben considerarse varios disturbios endocrinos.

La dismenorrea es la menstruación dolorosa ocasionada por las contracciones de los músculos uterinos. Una causa primaria parecen ser los bajos niveles de progesterona. Recuérdese que la progesterona impide las contracciones uterinas. También puede ser ocasionada por enfermedad pélvica, tumores uterinos, quistes ováricos o defectos congénitos. Las hemorragias uterinas anormales incluyen la menstruación de duración excesiva o en cantidad excesiva, las menstruaciones demasiado frecuentes, la hemorragia intermenstrual y la hemorragia postmenopáusicas. Estas anormalidades pueden ser ocasionadas por alteraciones en la regulación hormonal, factores emocionales y enfermedades sistémicas.

Leucorrea

Es una descarga vaginal no hemorrágica que puede presentarse a cualquier edad y afecta a la mayor parte de las mujeres en algún momento. No es una enfermedad sino un síntoma de infección o congestión de alguna parte del tracto reproductor. Puede ser una descarga normal en algunas mujeres. Si es evidencia de una infección, puede ser ocasionada por un protozoo denominado Tricomonas vaginalis u hongo, un virus o una bacteria.

Enfermedades de las mamas

Las mamas son altamente susceptibles a los quistes y los tumores. Los hombres también pueden presentar tumores de la mama, pero ciertos cánceres de la mama son cien veces más comunes en las mujeres que en los hombres. Generalmente, esos crecimientos pueden ser detectados oportunamente por la mujer que inspecciona y palpa sus mamas regularmente. Palpar significa sentir o examinar mediante el tacto. Infortunadamente, pocas mujeres practican el autoexamen periódico, de manera que muchos tumores se descubren por accidente y con frecuencia demasiado tarde para un tratamiento adecuado. En la mujer, el fibroadenoma benigno ocupa el tercer lugar como tumor más común de la mama. Se presenta más frecuentemente en personas jóvenes. Los fibroadenomas tienen consistencia elástica firme y se desplazan fácilmente en el interior del tejido mamario. El tratamiento usual es la extirpación del tumor. La mama no es extirpada en estos casos.

Esquema del sistema nervioso central y periférico en la mujer

La clonación

La clonación, considerada en su dimensión biológica, es una reproducción asexual y agámica. La fecundación propiamente dicha es sustituida por la fusión de un núcleo tomado de una célula somática misma, con un ovocito desnucleado, es decir, privado del genoma de origen materno. Dado que el núcleo de la célula somática contiene todo el patrimonio genético, el individuo que se obtiene posee la misma identidad genética del donante del núcleo.

Esta correspondencia genética fundamental con el donante es la que convierte al nuevo individuo en réplica somática o copia del donante. El desarrollo de los individuos obtenidos por clonación debería producir una estructura corporal muy semejante a la del donante del DNA. Este es el resultado más preocupante, especialmente en el caso de que el experimento se aplicara también a la especie humana.

Con todo, conviene advertir que, en la hipótesis de que la clonación se quisiera extender a la especie humana, de esta réplica de la estructura corpórea no se derivaría necesariamente una perfecta identidad de la persona, entendida tanto en su realidad ontológica como psicológica. El desarrollo psicológico, la cultura y el ambiente conducen siempre a personalidades diversas; se trata de un hecho muy conocido también entre los gemelos, cuya semejanza no significa identidad.

Fecundación “in vitro”

Este procedimiento consiste en que la mujer se somete a estimulación de los ovarios para el desarrollo de los folículos, para después extraer los óvulos y fecundarlos en el laboratorio con el semen de su compañero. Luego se toman los óvulos así fecundados, es decir, los embriones, y se transfieren a la cavidad uterina, buscando que se produzca la implantación que dará lugar al embarazo. La fecundación In vitro consta de las siguientes etapas:

Frenación hipofisaria

Consiste es inhibir los estímulos endógenos (internos) que puedan provocar una ovulación extemporánea que impida completar el ciclo. Para ello se utiliza un fármaco.

Estimulación ovárica

En un ciclo natural, es decir, no estimulado, lo normal es que sólo madure un óvulo. A través de la estimulación ovárica se aumenta número de posibilidades, ya que se induce el desarrollo de varios folículos con el objetivo de obtener también varios óvulos.

A los seis o siete días de iniciar la estimulación, se realiza un control mediante ecografía vaginal y se observa el crecimiento de los folículos. Este control se repetirá al menos dos veces hasta establecer el momento más propicio para obtener óvulos maduros, susceptibles de ser fecundados. La etapa de estimulación dura entre 8 y 14 días, dependiendo de la respuesta de cada paciente.

Disparo de la ovulación

Se provoca la ovulación mediante una inyección, tan pronto como los niveles hormonales y las ecografías dicen que ha llegado el momento apropiado (desarrollo folicular completo). Al cabo de unas horas se extraen los óvulos de los folículos para el tratamiento.

Aspiración folicular

La aspiración folicular se efectúa en quirófano con la ayuda de la ecografía vaginal, mediante punción del fondo vaginal con una aguja fina y llegando hasta los folículos que se han desarrollado en el ovario para extraer el líquido folicular y con él los ovocitos que contienen. Una vez terminado el proceso, la paciente permanecerá en el centro bajo observación durante unas cuatro o cinco horas, siempre y cuando no sea necesario un seguimiento más exhaustivo.

la calcantita

La calcantita, una forma de sulfato de cobre hidratado azul, pertenece al sistema triclínico. La celda fundamental tiene tres ejes de longitudes diferentes, ninguno de ellos en ángulo recto.

 

La calcantita

el topacio

El topacio (fluoruro y silicato de aluminio) cristaliza en el sistema ortorrómbico (rómbico). La celda fundamental de este sistema es un prisma recto sobre una base rectangular.

El topacio